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25 de agosto de 2019
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Liturgia do dia 20/07/2019


Leituras
Ex 12,37-42
Sl 135(136),1 e 23-24.10-12.13-15
Mt 12,14-21

15ª Semana do Tempo Comum

Sábado


Primeira Leitura: Ex 12,37-42

37Partiram então os filhos de Israel, para Sucot. Eram cerca de 600 mil a pé, só os guerreiros, sem contar as crianças. 38Também uma multidão heterogênea subiu com eles, as ovelhas e o gado formando um enorme rebanho. 39Assaram a massa que tinham trazido do Egito, fazendo com ela, bolos não fermentados. Não tinham podido deixá-la fermentar, por terem sido como que enxotados do Egito. E não lhes sendo permitido deter-se, não puderam sequer preparar as provisões para a viagem. 40O tempo que os filhos de Israel tinham morado no Egito foi de 430 anos. 41Exatamente no dia em que se completavam os 430 anos, nesse mesmo dia todos os exércitos de Javé saíram da terra do Egito. 42Foi uma noite de vigília para Javé, quando os fez sair da terra do Egito, noite que deve ser também de vigília, em honra de Javé, para todos os filhos de Israel, nas suas gerações.


 


Salmo: Sl 135(136),1 e 23-24.10-12.13-15

R.: 


1Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; (eterno é o seu amor!) 23do seu povo humilhado ele lembrou-se (eterno é o seu amor!), 24Arrancou-nos aos nossos opressores (eterno é o seu amor!).

10Feriu os primogênitos do Egito (eterno é o seu amor!), 11 e tirou Israel do meio deles (eterno é o seu amor!), 12 com poderosa mão e braço erguido (eterno é o seu amor!).

13Ele cortou em dois o mar Vermelho (eterno é o seu amor!), 14 fez passar Israel por entre as águas (eterno é o seu amor!), 15 e afogou Faraó e suas tropas (eterno é o seu amor!),




Evangelho: Mt 12,14-21

14Os fariseus, então, se retiraram e fizeram uma reunião contra Jesus, sobre os meios de o matarem. 15 Jesus veio a saber disso e retirou-se de lá. Muitos o acompanharam, e ele curou a todos. 16Ordenou-lhes que não revelassem nada a ninguém a respeito dele, 17para que se cumprisse o que tinha sido dito pelo profeta Isaías: 18 Este é o meu servo que escolhi, meu amado, a quem cumulei de meus favores. Porei nele o meu Espírito e ele anunciará o direito às nações. 19 Ele não discutirá nem gritará e ninguém ouvirá sua voz nas praças. 20Não quebrará a vara já rachada, nem apagará o pavio ainda fumegante, até que assegure a vitória do direito. 21 Em seu nome as nações depositarão sua esperança.



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.

 


Boa Nova para cada dia




Eis o meu Servo, a quem Eu elegi, meu amado, no qual coloco a minha afeição... (Mt 12,18).

Nesta passagem importa a São Mateus afirmar como em Jesus se cumpre a profecia de Isaías 42,1-4.

O que esta profecia diz, reproduzida aqui por Mt 12,18-21?

- Deus escolheu um homem, Seu Servo: Mt 12,18a;

- é amado com predileção por Deus, a quem Deus trata com todo afeto: Mt 12,18b; isto Deus Pai diz no momento em que Jesus é batizado (Mt 3,17).

- sobre Ele Deus porá Seu Espírito: Mt 12,18c; e Jesus recebeu o Espírito Santo em seu Batismo (Mt 3,16).

- a quem Deus dá uma missão especial: Ele anunciará às Nações o Direito: Mt 12,18d.

Ora, este Servo de Deus é Jesus para a comunidade cristã e para São Mateus.

Este Evangelho diz, claramente, que Jesus se retirou de onde estava, porque ali podia ser encontrado com os fariseus que tramaram sua morte (Mt 12,14-15).

Mas Jesus quis dar um sentido especial a esta sua retirada: Ele quis que isto fosse um sinal. Um sinal para que todos entendessem que Ele era o Servo de Javé, a figura misteriosa de Isaías 42,1-4 que ficara desconhecida no tempo de Isaías e depois dele.

Identificado com o Servo de Javé, Jesus realiza o que Isaías diz sobre este Servo.

Jesus, diz Mt 12,19-21, agirá como o Servo de Javé, agora que os fariseus o perseguem:

- retirado, Jesus não discute, não grita, não fala alto nas praças (Mt 12,19);

- enquanto não fizer com que o Direito triunfe, não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que ainda fumega (Mt 12,20);

- em Seu nome as Nações depositarão sua esperança (Mt 12,21).

De fato Jesus se retira e deixa de aparecer nas cidades, nas praças.

De qual Direito falam Isaías e São Mateus?

O Direito de Deus são as normas que regulam a relação entre Deus e Seu Povo. Jesus estabelece este Direito trazendo o Reino de Deus ao mundo. Mais ainda, fará isto perdoando os pecados do Povo Eleito, dando-lhe uma condição de Justiça que por si mesmo este Povo não poderia conseguir; o preço foi a morte de Jesus.

Não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que fumega: enquanto Jesus não ressuscitar não ficará claro que este caniço e este pavio representam a decadente classe dirigente, os sumos sacerdotes, os anciãos do Povo, os escribas e os fariseus. Depois da morte e Ressurreição de Jesus, eles desaparecerão: o caniço se quebrará e o pavio se apagará. E, em seu lugar, entrará a Igreja de Cristo com seus apóstolos para dirigir o Povo de Deus no Direito.

Por fim Jesus realizará o que Isaías diz: ... em Seu nome as Nações depositarão sua esperança (Mt 12,21). Jesus mandará os apóstolos a todo o mundo para ensinar às Nações o Direito, o modo certo de se relacionarem com Deus; isto será pregação do Evangelho do Reino de Deus. E, uma vez que os pecados das Nações também foram perdoados pela morte de Jesus, sua esperança de conhecer o Deus de Israel e Seu Direito será satisfeita. As Nações serão o Novo Israel de Deus (Gl 6,16).

As Nações hoje em dia somos nós, pois não somos descendentes, segundo a carne, de Abraão, Pai do Povo Eleito. Nossa esperança de paz com Deus nos é dada por Jesus que com Deus nos reconciliou apagando nossos pecados (cf. 2Cor 5,18 e Cl 1,22).



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma





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