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22 de agosto de 2019
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Liturgia do dia 15/07/2019


Leituras
S. Boaventura BDr, memória
Ex 1,8-14.22
Sl 123(124),1-3.4-6.7-8 (R/. 8a)
Mt 10,34-11,1

15ª Semana do Tempo Comum

Segunda-Feira


Primeira Leitura: Ex 1,8-14.22

8Entretanto, no Egito surgiu um novo rei que não tinha conhecido José. 9E disse a seu povo: “Estais vendo que o povo de Israel é numeroso e forte demais para nós. 10Vamos, pois, procedei sabiamente contra eles, para que não se multipliquem mais. Caso contrário, ao se declarar alguma guerra, eles se unirão aos nossos inimigos e combaterão contra nós, para depois saírem deste país”. 11Nomearam, pois, contra eles, inspetores do trabalho forçado, com a missão de os oprimirem com obras penosas. Assim é que os israelitas construíram, para Faraó, as cidades depósito de Pitom e Ramsés. 12Mas, quanto mais os oprimiam, tanto mais se multiplicavam e cresciam, de modo que os egípcios ficaram alarmados com os filhos de Israel. 13Por isso forçaram-nos a trabalhar impiedosamente, 14 amargurando-lhes a vida com dura escravidão: no preparo da argamassa, na moldagem de tijolos, em toda espécie de trabalho nos campos, em todo serviço que deviam, sem compaixão, prestar. 22Então Faraó ordenou a todo o seu povo: “Todo menino que nascer, lançai-o ao rio; quanto às meninas, deixai-as viver”.


 


Salmo: Sl 123(124),1-3.4-6.7-8 (R/. 8a)

R.: Nosso socorro é o nome do Senhor!


1Ah, se o Senhor não fosse a nossa força (que Israel o diga neste instante), 2 ah, se o Senhor não fosse a nossa força, quando se levantaram, contra nós! 3Ter-nos-iam então comido vivos, na cólera que neles se acendia.

4As águas nos teriam submergido e as torrentes passado sobre nós. 5 Sobre as nossas cabeças correriam as águas cada vez mais volumosas. 6Bendito seja Deus que não deixou cairmos em seus dentes como presas! 

7Nossa alma escapou qual passarinho do laço armado pelos caçadores. Rompeu-se de repente a sua rede, e nos vimos então em liberdade. 8Nosso socorro é o nome do Senhor, foi o Senhor que fez o céu e a terra.



Evangelho: Mt 10,34-11,1

34Não penseis que vim trazer paz sobre a terra. Não vim trazer a paz, e sim a espada. 35Porque vim para opor o filho ao pai, a filha à mãe, a nora à sogra: 36 E cada qual terá por inimigos os seus próprios familiares. 37Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. Quem ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. 38Quem não toma sua cruz e não me segue não é digno de mim. 39Quem quiser conservar a sua vida a perderá; e quem, por amor de mim, perder a vida a reencontrará. 40Quem vos recebe, é a mim que recebe. E quem me recebe também recebe aquele que me enviou. 41Quem recebe um profeta porque é profeta receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo porque é justo receberá a recompensa de justo. 42E todo aquele que der de beber a um destes pequenos, ainda que seja um copo de água fresca, por ser meu discípulo, eu vos declaro esta verdade: ele não ficará sem recompensa”. 11.1Quando Jesus acabou de dar estas instruções aos seus discípulos, partiu dali para ensinar e pregar nas cidades da região.



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.

 


Boa Nova para cada dia




Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim (Mt 10,37).

Jesus põe condições radicais para quem quer ser seu discípulo.

Em Mt 10,34 - 11,1 isto fica claro por várias razões.

Em primeiro lugar, o ensino de Jesus no seu todo e sobre o Reino dos Céus exige uma escolha. Jesus dirá: Quem não está comigo está contra mim (Mt 12,30).

É por isso que Jesus exige para Si o amor do discípulo que deve pôr em segundo plano seu amor por seus pais e parentes: Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim (Mt 10,37).

Como isto é difícil de cumprir, numa mesma família haverá quem será a favor de Jesus e quem será contra: ... vim trazer a divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe ... os inimigos do homem serão seus próprios familiares (Mt 10,35-36). Mas o que é isto? A divisão entre pessoas é considerada decadência moral no profeta Miquéias 7,6: .... o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa. O profeta falava de um tempo de decadência moral antes da restauração de Israel. Haveria pessoas justas que seriam maltratadas pelas desonestas e imorais. Só depois viria um tempo de recuperação espiritual para Israel.

Jesus, lembrando aqui aquela profecia de Miquéias, afirma que antes que a força do Reino de Deus estabeleça a paz em Israel, as pessoas se dividirão sobre sua aceitação. Foi isto que apareceu nos evangelhos deste mês, nos dias anteriores.

Por qual razão Jesus é tão radical quando exige que as pessoas estejam com Ele e não contra Ele?

A resposta está em Mt 10,40: Quem vos recebe, a mim recebe, e quem me recebe, recebe O que me enviou.

Notemos muito bem: quando Jesus não exige que as pessoas estejam com Ele e não contra Ele, não se limita à adesão a Si mesmo. Ele diz claramente: Deus Pai está em primeiro lugar. Portanto, não aceitar Jesus com preferência é não aceitar em primeiro lugar Deus Pai. Ora, isto nada mais é do que o Primeiro Mandamento. Portanto Jesus não está exagerando em nada.

Como não está sozinho no anúncio do Reino dos Céus, Jesus lembra a seus ouvintes como seus enviados, os apóstolos, devem ser recebidos. (Mt 10,40-42). Devem ser acolhidos como seria acolhido o próprio Jesus. E deste modo, como seria acolhido Deus, pois é por Deus que os apóstolos são enviados através de Jesus.

Lembremos quanto é grandioso nosso chamado por Deus por sermos cristãos:

- recebemos os apóstolos de Jesus,

- e neles recebemos o próprio Jesus.

- Recebido Jesus, recebemos o Pai, e permanecemos em seu amor, pois cumprimos seu Primeiro Mandamento.

Que isto nos alegre, console e dê o sentido de nossa vida cristã.



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma





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