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21 de abril de 2019
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Liturgia do dia 31/03/2019


Leituras
Js 5,9a.10-12
Sl 33(34),2-3.4-5.6-7 (R/. 9a)
2Cor 5,17-21
Lc 15,1-3.11-32 (Filho pródigo)

4º Domingo da Quaresma. Domingo Laetare

Domingo


Primeira Leitura:Js 5,9a.10-12

9E Javé disse a Josué: “Hoje tirei de cima de vós o opróbrio do Egito!”. 10Os filhos de Israel acamparam em Gálgala e aí celebraram a Páscoa no dia quatorze do mês, à tarde, na planície de Jericó. 11E no dia seguinte ao da Páscoa, nesse mesmo dia, comeram dos frutos da terra, isto é, pães ázimos e grãos torrados. 12O maná cessou então de cair, depois que comeram dos frutos da terra. Os filhos de Israel, não tendo mais maná, se alimentaram, a partir desse ano, dos produtos da terra de Canaã.



Salmo:Sl 33(34),2-3.4-5.6-7 (R/. 9a)

R.: Provai, e vede como Deus é bom!

2Bendirei ao Senhor em qualquer tempo, terei sempre na boca o seu louvor! 3Hei de glorificar-me no Senhor, escutem os humildes e se alegrem!

4Engrandecei comigo o nosso Deus, exaltemos unidos o seu nome! 5Pois sempre que o busquei, ele me ouviu; de todas as angústias me livrou.

6 Se olhardes para ele, brilhareis; não sofrerão vergonha as vossas faces. 7Um infeliz gritou, e Deus o escuta; de todas as angústias ele o salva.



Segunda Leitura:2Cor 5,17-21

17Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. Acabaram-se as coisas velhas, eis que estão presentes as coisas novas. 18E tudo isto vem de Deus, que nos reconciliou consigo, mediante Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação. 19Porque foi Deus quem reconciliou consigo o mundo, em Cristo, não atribuindo aos homens os pecados deles, e confiando-nos a mensagem da reconciliação. 20Portanto temos o encargo de embaixadores em nome de Cristo, como se Deus mesmo vos exortasse por meio de nós. E nós vos suplicamos, em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar. 21Aquele que estava isento do pecado, Deus o fez sacrifício pelo pecado por nós, para que por meio dele nos tornássemos justiça de Deus.



Evangelho: Lc 15,1-3.11-32 (Filho pródigo)

1No entanto, todos os cobradores de impostos e outros pecadores se aproximavam de Jesus para o ouvir. 2Os fariseus e os escribas murmuravam: “Este homem acolhe bem as pessoas de má vida e come com elas!”. 3Jesus lhes respondeu com esta parábola. 11Disse ainda: “Um homem tinha dois filhos. 12O caçula disse a seu pai: ‘Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe’. 13E o pai repartiu seus bens entre os dois. Poucos dias depois, o caçula juntou todos os seus bens, partiu para uma região longínqua e esbanjou tudo por lá, vivendo dissolutamente. 14Depois de gastar tudo, uma fome terrível assolou aquela região e ele começou a passar privações. 15Então ele ficou como empregado de alguém daquela região, o qual o enviou aos seus campos para guardar porcos. 16Bem que ele desejava matar a fome com as vagens que os porcos comiam. Mas nem isso lhe davam! 17Caindo então em si, disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm pão à vontade e eu aqui morrendo de fome! 18Vou partir, voltar para meu pai e dizer-lhe: 19Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados!’. 20Ele partiu de volta para seu pai. Ainda estava longe, quando seu pai o avistou e ficou penalizado. Correu, então, ao seu encontro, abraçou-o cobrindo-o de beijos. 21O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho!’. 22Mas o pai ordenou aos seus empregados: “Trazei-me depressa a melhor roupa e colocai nele. Ponde um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei também o novilho de engorda, matai-o, comamos e façamos uma festa; 24porque meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’. E começaram a festa. 25O filho mais velho estava no campo. Mas quando voltava, aproximando-se da casa, ouviu a música e o barulho das danças. 26Chamando um dos empregados, perguntou-lhe o que significava aquilo. 27Ele respondeu: ‘É teu irmão. Está de volta e teu pai matou o novilho de engorda, porque o recuperou com saúde!’. 28Ele ficou enfurecido e não queria entrar. O pai saiu e insistiu com ele. 29Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos te sirvo, sem desobedecer a nenhuma das tuas ordens, e nunca me deste um cabrito sequer para fazer uma festa com meus amigos. 30Mas só porque está de volta esse teu filho, que esbanjou teus bens com as prostitutas, mandas matar para ele o novilho de engorda!’. 31Mas o pai lhe respondeu: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu também! 32No entanto, era preciso festejar e ficar alegre, porque esse teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’.”

 

Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.

 

Boa Nova para cada dia


O PODER DE DEUS RENOVA AS ETAPAS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE


Assim como Deus conduziu a santificação de Seu Povo por diferentes etapas em sua história, conduz também as etapas de nossa vida espiritual ao longo de nossa existência aqui na terra, em união com Jesus Cristo e em sua Igreja.

Primeira leitura

Quando começaram a comer dos frutos da terra, no dia seguinte à Páscoa, cessou o maná (Js 5,10).

Esta leitura descreve o momento em que o Povo Eleito entra na Terra Prometida. Trata-se de um momento divisor da História de Israel. Antes viveram no deserto e comiam do maná. Agora passam a viver na Terra Prometida e se alimentam dos frutos da terra. E o texto deixa bem claro: foi num dia de Páscoa.

Prestemos atenção ao que está por detrás desta narrativa: é a ação de Deus, que é o Senhor da História. Tudo Deus dispõe para seu Povo Eleito, e tudo acontece como Ele decidiu. A vontade de Deus é clara: Ele somente deseja o bem de seu Povo.

O mesmo acontece conosco, Novo Povo de Deus porque incorporados a Jesus Cristo pelo Batismo. Somos Igreja, cuja História Deus guia, Igreja Corpo de Cristo, sua Cabeça, e Templo onde o Espírito Santo habita (1Cor 3,16). Neste domingo reflitamos sobre a importância que temos para Deus enquanto Seu Novo Povo Eleito, Sua Igreja, Seu Templo.

Salmo Responsorial

Este pobre clamou e o Senhor o ouviu, salvou-o de todas as angústias (Sl 33 (34),6).

Este salmo pode ser interpretado como oração do Povo de Israel percorrendo o deserto no Êxodo. Muitas vezes pediu a Deus água e comida, e foi atendido. A vida do Povo escolhido no deserto dependia exclusivamente da providência de Deus. E Deus o fez entender isto, deixando-o passar fome e sede, mas saciando-o no momento oportuno. Assim aquele Povo “clamou e o Senhor o ouviu, salvou-o de todas as angústias”. Não podemos ter ilusões sobre nossa dependência de Deus. Mesmo que pareçamos autossuficientes, um dia podemos ser tomados pela angústia. Será o momento de invocarmos Deus com fé e sermos atendidos por Ele. Foi o que Jesus nos ensinou: “pedi e recebei” (Lc 11,9).

Segunda leitura

Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. As coisas antigas passaram; tudo foi renovado (2Cor 5, 17).

Se ao Povo Eleito Deus deu uma nova etapa em sua História, concluindo o período de deserto para viver na Terra Prometida, a nós, cristãos, Deus promove uma transformação muito maior, que marca o tempo da vida de Cristo ao mundo: as coisas antigas se passaram, tudo é renovado por Ele (2Cor 5,17): Deus fez de nós “novas criaturas”. Entender isto é um pouco difícil, mas não impossível. São Paulo quer dizer que batizados somos incorporados ao Jesus Filho de Deus, e assim não vivemos mais sozinhos, mas em íntima unidade com o Filho de Deus.

Ninguém pode se considerar sozinho neste mundo uma vez que foi batizado. Estamos agora unidos Jesus Cristo como o café com o leite. Ninguém pode separar. Na união com Jesus Cristo somos uma só criatura com Ele, e esta condição nunca será mudada, e isto por decisão do próprio Deus. Veremos isto completamente no último dia, quando Jesus vier sobre as nuvens do céu para nos levar com Ele. Alimentemos nossa esperança por este dia.

Evangelho

Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado (Lc 15,24).

A parábola do filho pródigo foi pensada, estudada e contada por Jesus cuidadosamente, para que as pessoas entendessem não somente o destino daquele filho recuperado por aquele pai, mas que nós, hoje, saibamos que esta transformação na vida daquela família se refere a nós hoje. De fato o filho pródigo não somente nos representa quando nos arrependemos com uma boa confissão, mas representa a humanidade inteira que volta a Deus depois de viver no pecado, precisamente por ter acolhido Jesus Cristo em seu Evangelho. Desta conversão dos que pecaram e se voltaram para Deus, nasce o Novo Povo de Deus em Jesus Cristo. É a humanidade que entra na Nova Terra Prometida do Reino de Deus.

E esta humanidade somos nós, que cremos em Jesus Cristo e que por Ele fomos introduzidos no Reino de Deus. Demos graças a Deus por isto, considerando com grande respeito esta mudança que Deus introduziu na História da humanidade.

Enquanto Deus vai renovando a História da humanidade, renova-nos também, a cada um de nós, em direção de nossa plena Salvação, que acontecerá na última etapa de nossa vida, na Ressurreição dos mortos. Passaremos então do tempo ao eterno presente da eternidade na Glória da Vida Eterna.



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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