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22 de agosto de 2019
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Liturgia do dia 30/07/2019


Leituras
Ex 33,7-11; 34,5b-9.28
Sl 102(103),6-7.8-9.10-11
Mt 13,36-43

17ª Semana do Tempo Comum

Terça-Feira


Primeira Leitura: Ex 33,7-11; 34,5b-9.28

7Moisés costumava tomar a Tenda e armá-la para si, fora do acampamento, dando-lhe o nome de “Tenda do Encontro”. E todo aquele que quisesse consultar Javé devia dirigir-se à Tenda do Encontro, que estava fora do acampamento. 8 Sempre que Moisés saía para a Tenda, todo o povo se levantava, mas permanecia cada um em pé à entrada de sua tenda. E o acompanhavam com a vista, até que ele entrasse dentro da Tenda. 9No momento em que entrava, a coluna de nuvem descia e parava à entrada da Tenda, enquanto Javé falava com Moisés. 10Quando o povo via a coluna de nuvem parada à entrada da Tenda, levantavam-se todos e se prostravam em adoração, cada um à entrada de sua tenda. 11Javé costumava falar com Moisés face a face, como um homem fala com seu amigo. Depois, Moisés voltava para o acampamento. Mas o seu jovem servidor, Josué, filho de Nun, não se afastava do interior da Tenda. 34.5 Javé desceu numa nuvem, e permaneceu ali, junto com ele, proclamando o Nome de Javé.6Ao passar Javé diante dele, proclamou: “Javé, Javé! Deus compassivo e clemente, lento na cólera e rico em misericórdia e verdade, 7que conserva a misericórdia até a milésima geração; que perdoa a culpa, a rebeldia e o pecado, mas não deixa impune a ninguém, pois castiga a culpa dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos, até a terceira e quarta geração!” 8Moisés inclinou-se imediatamente para a terra e se prostrou, 9dizendo: “Se encontrei graça aos teus olhos, ó meu Senhor, que se digne o meu Senhor de caminhar conosco, embora seja este um povo de cabeça dura. Perdoa, porém, a nossa culpa e o nosso pecado e aceita-nos como tua herança!”. 28Ele permaneceu ali com Javé quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E escreveu sobre as tábuas as palavras da aliança, as dez palavras.


 


Salmo: Sl 102(103),6-7.8-9.10-11 (R.8a)

R.: O Senhor é bondoso e compassivo.


6 Sim, o Senhor, procede com justiça, ele defende a causa do oprimido. 7Revelou a Moisés os seus desígnios, aos filhos de Israel, seus altos feitos.

8O Senhor é bondoso e compassivo, lento em irar-se e cheio de clemência. 9Não leva a discussão até o fim, não guarda para sempre o seu rancor.

10Não nos tratou segundo as nossas faltas, nem nos pagou segundo as nossas culpas. 11Mais alto do que o céu por sobre a terra, é o amor do Senhor pelos que o temem.



Evangelho: Mt 13,36-43

36Tendo deixado a multidão, Jesus foi para casa. Os discípulos chegaram perto dele e pediram: “Explica-nos a parábola do joio no campo”. 37Ele explicou: “O semeador da boa semente é o Filho do homem. 38O campo é o mundo. A boa semente, os súditos do reino. O joio, os seguidores do Maligno. 39O inimigo que o semeou, o Diabo. A colheita, o fim do mundo. Os colhedores, os anjos. 40Como se recolhe o joio para ser queimado no fogo, assim acontecerá no fim do mundo: 41O Filho do homem enviará os seus anjos, que tirarão do seu reino todos os que causam escândalos e promovem a iniquidade, 42 e os lançarão à fornalha acesa, onde haverá choro e ranger de dentes. 43Então os justos brilharão como o sol no reino de seu Pai. Quem tiver ouvidos, que escute bem!



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.

 


Boa Nova para cada dia




Os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai (Mt 13,43)

Mt 13,36-43 contém a explicação de Jesus à parábola sobre o joio e o trigo.

Já meditamos sobre esta parábola.

Aqui nos deteremos em seu final. Jesus disse: Os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai (Mt 13,43).

O que Ele quis dizer com isto?

Neste Evangelho não encontramos explicação. Mas São Mateus incluiu esta frase supondo que seus leitores entenderiam o que Jesus queria dizer, pois conheciam a passagem da Sagrada Escritura que diz: Os que forem sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que conduzirem muitos à justiça resplandecerão como as estrelas, sempre e eternamente (Dn 12,2).

Nesta frase os “sábios” são os “justos” deste Evangelho.

Esta passagem de Daniel era interpretada por Jesus e pelos rabinos de seu tempo como profecia do que aconteceria no fim do mundo.

Portanto estamos aqui diante do Juízo Final dos maus e dos bons.

Como os bons resplandecerão como as estrelas do firmamento uma vez que o Juízo Final os declarou justos e os pôs nos céus?As estrelas sempre foram vistas em Israel como imagem do Povo de Deus, os filhos de Abraão. Deus lhe prometeu, no dia em que duvidou que teria uma descendência, Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade (Gn 15,5).

Jesus conhecia esta passagem e a de Dn 12,3. Ele as explicou em seu anúncio do Reino de Deus e o Juízo Final.

O Reino de Deus foi pregado primeiro para os filhos de Abraão, descendência incontável como as estrelas.

Mas o Reino põe uma condição: somente os que viveram de acordo com a fé de Abraão em Deus serão sua verdadeira descendência. Foram os “sábios”, os “justos” nesta vida.

A verdadeira descendência de Abraão são os que creem em Jesus Cristo, e, por isso, salvos por Ele.

E são estes os que estarão no céu para sempre,

participando do esplendor de Deus,

como os astros do firmamento.



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma





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