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20 de abril de 2019
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Liturgia do dia 25/03/2013


Leituras
Is 7,10-14;8,10
Sl 39(40),7-8a.8b-9.10.11(R/. 8a.9a)
Hb 10,4-10
Lc 1,26-38

2ª-feira. Anunciação do Senhor

Segunda-Feira


Primeira Leitura: Is 7,10-14;8,10

10De novo Javé falou a Acás: 11 “Pede para ti a Javé, teu Deus, um sinal, quer na profundeza do Xeol, quer no alto do céu”. 12Acás respondeu: “Não pedirei nem tentarei a Javé”. 13Então, disse: “Ouvi, pois, Casa de Davi: não vos basta molestar os homens, senão que também ousais molestar a meu Deus? 14Por isso o próprio Javé vos dará um sinal: Eis que a jovem mulher está grávida e dará à luz um filho, ao qual ela chamará de Emanuel. 8,10Concebei um plano, e ele será frustrado; tomai uma decisão, ela será inconsistente, porque Deus está conosco”.



Salmo: Sl 39(40),7-8a.8b-9.10.11(R/. 8a.9a)

R.:
por isso é que eu disse: “Eis-me aqui! Sim, ó meu Deus, é este o meu prazer;


7Não quiseste oblação nem sacrifício, mas abriste, Senhor, os meus ouvidos. Não aceitaste vítima e holocausto, 8a e por isso é que eu disse: “Eis-me aqui!.

8bNo Livro está escrito a meu respeito que é preciso cumprir tua vontade. 9 Sim, ó meu Deus, é este o meu prazer; trago no coração a tua lei”.

10Dei à grande assembleia a boa nova, não fechei os meus lábios, tu o sabes.

11Não escondi em mim tua justiça, tua fidelidade e teu auxílio. Não ocultei à grande multidão a tua lealdade e a tua graça.



Segunda Leitura: Hb 10,4-10

4Porque o sangue dos touros e dos bodes não pode tirar os pecados. 5Por isso, no momento em que ia entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste nem sacrifício nem oferta, mas tu me formaste um corpo. 6Não te agradaram nem os holocaustos nem os sacrifícios pelos pecados. 7 Então eu disse: eis-me aqui, ó Deus, para fazer a tua vontade. Pois essas palavras escritas no começo do livro se referem a mim. 8 Ele começa dizendo: Não quiseste nem sacrifício nem oferta; não te agradam os holocaustos e sacrifícios pelos pecados, e entretanto esses sacrifícios são oferecidos segundo a Lei. 9E então acrescenta: Eis-me aqui para fazer a tua vontade. Assim dizendo, ab-roga o primeiro regime e estabelece o segundo. 10E é justamente em virtude de tal ato de vontade que fomos santificados



Evangelho: Lc 1,26-38

26No sexto mês, o anjo Gabriel foi mandado por Deus a uma cidade da Galileia,chamada Nazaré, 27 a uma virgem prometida em casamento a um homem chamado José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e lhe disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. 29Ela se perturbou com estas palavras e perguntava de si para si o significado desta saudação. 30Mas o anjo continuou: “Não tenhas medo, Maria! achaste graça diante de Deus. 31Conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. 32Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai. 33Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó e seu reino não terá fim”. 34Então, Maria perguntou ao anjo: “Como se fará isso? Pois sou virgem”. 35O anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te envolverá em sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será santo e será chamado Filho de Deus. 36Vê: também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. E ela, que era chamada estéril, já está no sexto mês; 37 porque a Deus nada é impossível”. 38Maria disse então: “Eis aqui a serva do Senhor. Seja-me feito segundo a tua palavra”. E o anjo a deixou.



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.



Boa Nova para cada dia

Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo... (Lc 1,32)

A Solenidade da Anunciação interrompe o ambiente penitencial da Quaresma.

Mas teologicamente nos mantém em crescente conhecimento de Jesus.

Ele foi morto pelos judeus porque se apresentou e confirmou que era Filho de Deus.

Aqui o Evangelho de Lucas afirma que antes de Jesus ser concebido por Maria, já era destinado pelo Pai a ser chamado “Seu Filho”, isto é, de natureza divina. Jesus devia dizer isto aos judeus um dia.

Não podemos saber como esta afirmação foi entendida por Maria. Ela só compreenderá mais tarde seu sentido pleno, especialmente quando Jesus lhe aparece ressuscitado.

Nesta Solenidade, nossa mente se concentra na Encarnação do Filho de Deus, de modo que esta data poderia se chamar “Solenidade da Encarnação do Filho de Deus”.

Porém, mantendo o título desta Solenidade como o de “Anunciação” feita a Maria, nossa mente se volta para a importância que Deus deu a ela como a representante de toda a Humanidade que acolhe o Filho de Deus na História humana. Foi “Anunciação” a toda a humanidade na pessoa de Maria. Veneremos Maria por isto, e adoremos o Filho de Deus que em seu seio se encarna.

 

Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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