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19 de junho de 2019
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Liturgia do dia 24/03/2019


Leituras
Ex 3,1-8a.13-15
Sl 102(103),1-2.3-4.8.11 (R/. 8a)
1Cor 10,1-6.10-12
Lc 13,1-9 (Penitência)

3º Domingo da Quaresma

Domingo


Primeira Leitura: Ex 3,1-8a.13-15

1Moisés apascentava as ovelhas de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã. Tendo conduzido o rebanho para o outro lado do deserto, chegou à montanha de Deus, o Horeb. 2E o Anjo de Javé apareceu-lhe numa chama de fogo, do meio de uma sarça. Moisés reparou que a sarça ardia em chamas, sem se consumir. 3Disse, pois, Moisés: “Vou voltar-me para contemplar este espetáculo notável e qual a causa por que não queima a sarça”. 4 Javé percebeu que ele se voltava para ir ver. Então, do meio da sarça, Deus o chamou: “Moisés! Moisés!”. E ele respondeu: “Aqui estou”. 5Deus prosseguiu: “Não te aproximes daqui. Tira as sandálias de teus pés, porque o lugar em que estás é uma terra santa”. 6E acrescentou: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”. Cobriu Moisés o rosto porque tinha medo de olhar para Deus. 7Disse-lhe Javé: “Eu vi, eu vi a aflição do meu povo no Egito, ouvi o seu clamor por causa dos seus opressores, tomei conhecimento das suas angústias. 8aE eu desci para livrá-lo das mãos dos egípcios e para fazê-lo subir desse país para uma terra boa e espaçosa. 13Moisés respondeu a Deus: “Eu vou, então, aos filhos de Israel, para dizer-lhes: ‘É o Deus de vossos pais que me envia a vós’. Mas se eles me perguntarem: ‘Qual é o seu nome?’ que é que vou responder-lhes?”. 14Deus disse a Moisés: “Eu Sou Aquele Que Sou”. E acrescentou: “Assim dirás aos filhos de Israel: [Aquele que se chama] ‘Eu Sou’ enviou-me a vós”. 15E Deus disse ainda a Moisés: “Assim dirás” aos filhos de Israel: Aquele-Que-É (= Javé), o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, envia-me a vós. Este é o meu Nome para sempre e assim serei lembrado de geração em geração”.



Salmo:Sl 102(103),1-2.3-4.8.11 (R/. 8a)

R.: O Senhor é bondoso e compassivo!

1Bendize o teu Senhor, ó minha alma; louve todo o meu ser seu santo nome! 2 Sim, bendize o Senhor, ó minha alma, não esqueças nenhum de seus favores!

3Pois perdoou as tuas culpas todas, de toda enfermidade te curou. 4d Salvou da sepultura a tua vida, cercou-te de carinho e compaixão.

6 Sim, o Senhor, procede com justiça, ele defende a causa do oprimido. 7Revelou a Moisés os seus desígnios, aos filhos de Israel, seus altos feitos.

8O Senhor é bondoso e compassivo, lento em irar-se e cheio de clemência. 11Mais alto do que o céu por sobre a terra, é o amor do Senhor pelos que o temem.



Segunda Leitura: 1Cor 10,1-6.10-12

1 Irmãos, não quero que ignoreis como os nossos pais estiveram sob a nuvem e todos passaram através do mar. 2Todos eles foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, 3 todos comeram o mesmo alimento espiritual, 4 todos beberam a mesma bebida espiritual, porque bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e a rocha era o Cristo. 5Deus, contudo, não ficou satisfeito com a maior parte deles, pois ficaram mortos no deserto. 6Estes fatos se deram para nos servir de exemplo, para não desejarmos o mal, como eles desejaram. 10Não murmureis, como fizeram alguns deles, e morreram vitimados pelo Exterminador. 11Tudo isto lhes aconteceu figurativamente, e foi escrito para a nossa advertência, para nós que vivemos nos últimos tempos. 12Por isso, quem pensa estar de pé cuide em não cair



Evangelho:Lc 13,1-9 (Penitência)

1Nessa mesma ocasião algumas pessoas vieram lhe trazer a notícia dos galileus, cujo sangue Pilatos tinha misturado com o dos seus sacrifícios. 2Ele lhes disse em resposta: “Julgais que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros galileus porque incorreram em tal sorte? 3Eu vos garanto que não. Mas, se não vos converterdes, morrereis todos do mesmo modo. 4Ou então pensais que aquelas dezoito pessoas que morreram no desabamento da torre de Siloé eram mais culpadas do que todos os outros habitantes de Jerusalém? 5Eu vos garanto que não. Mas, se não vos converterdes, morrereis todos do mesmo modo”. Parábola da figueira estéril. 6E contou também esta parábola: “Um homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi buscar os frutos e não os encontrou. 7Disse então ao viticultor: ‘Já faz três anos que venho buscar frutos nesta figueira e não encontro nada! Vai cortá-la! Para que ocupar o terreno inutilmente?’ 8Mas o outro respondeu: ‘Senhor, deixa-a também por este ano. Enquanto isso, eu vou cavar em sua volta e colocar adubo. 9Talvez ela dê fruto depois… Do contrário, a cortarás’.”



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.



Boa Nova para cada dia


SE NÃO NOS ARREPENDERMOS, TODOS PERECEREMOS


Este 3º Domingo da Quaresma é o dia em que devemos lançar a Deus nosso clamor, pedindo-Lhe nosso arrependimento, nosso perdão e completo restabelecimento no estado de Graça.

É nesta direção que nos conduz a meditação da Liturgia da Palavra.

Primeira Leitura

Eu vi a aflição do meu povo no Egito; escutei o seu clamor... (Ex 3,7)

Em contexto de arrependimento neste tempo de Quaresma nos é proposta a leitura de Ex 3, 1-8a.13-15. Trata-se do sofrimento de Israel na escravidão do Egito. Deus não ficou indiferente. Ele viu a aflição dos israelitas e decidiu libertá-los chamando Moisés para esta missão. Vejamos, porém, como este fato e esta missão de Moisés são simbólicos. Há séculos a Igreja interpretou a escravidão de Israel no Egito como a situação de pecado da humanidade. E a missão de Moisés é figura da missão de Jesus que veio nos livrar da escravidão ao pecado. Vejamos, portanto, nos israelitas escravos nossa condição de escravidão ao pecado. Dela precisamos ser libertados. E Deus, em sua bondade, ouve nosso clamor vendo nossa aflição, mandando seu Filho para nos libertar. Rezemos sobre isto neste terceiro domingo da Quaresma: elevemos a Deus nosso clamor por nosso arrependimento e total cancelamento de nossos pecados.

Salmo Responsorial

Ele perdoa todos os teus pecados; salva da morte a tua vida e coroa-te de graça e misericórdia. [Sl 102 (103), 3-4]

Ao povo que no Egito sofria a escravidão e a morte, sem esperança de salvação, Deus enviou Moisés como seu libertador. Este Salmo Responsorial nos diz que Deus perdoa todos os nossos pecados, isto é, nos livra da submissão a nossa natureza pecaminosa. E ainda, nos salva da consequência deles, a morte. Foi isto que Deus realizou em benefício de seu Povo Eleito no Egito.

Para completar sua obra divina, Deus nos dá sua misericórdia e nos coroa com sua Graça, como nos diz este salmo. O que mais podemos esperar de nosso Deus? Sabemos que esta obra salvadora Deus a executou por meio da Paixão e morte de Jesus Cristo. Agradeçamos ao Pai e ao Filho por nossa libertação do pecado, pela vida e Graça que nos foram dadas por um amor tão grande que mal conseguimos calcular.

Segunda Leitura

Esses fatos aconteceram para nos servir de exemplo, a fim de não cobiçarmos o mal, como eles cobiçaram. (1Cor 10,6)

A reflexão simbólica que nos conduziu até aqui sobre a libertação dos israelitas da escravidão do Egito e sobre a missão libertadora de Moisés, continua presente na mente de São Paulo entende os fatos da História de Israel como exemplares para nosso tempo, inaugurado pela vinda do Filho de Deus ao mundo.

Como muitos israelitas não se aproveitaram da libertação do Egito porque pecaram, nós também, se pecarmos, podemos ficar sem a libertação da escravidão do pecado que Deus nos quis dar desde sempre. Vamos reagir contra a vontade de Deus e merecer a morte? Absolutamente não! Mostremos a Deus nosso coração arrependido neste tempo de penitência quaresmal. Peçamos a Ele sua misericórdia e Graça, e com coração contrito façamos nossa reconciliação com Ele numa confissão bem cuidada, em resposta amorosa a seu afeto por nós.

 Evangelho

... se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo. (Lc 13,3)

Jesus nos faz uma advertência típica de quem quer nos abrir os olhos para nossa acomodação no relacionamento com Deus.

Ele lembra, neste Evangelho, como algumas pessoas foram mortas por Pilatos, por um motivo que não sabemos, quando menos esperavam: enquanto ofereciam ovelhas em sacrifício no Templo; o sangue deles, mortos à espada, foi misturado ao sangue das ovelhas. Era um acontecimento chocante. E os judeus perguntavam: que pecado fizeram para morrerem assim? Mas Jesus tira outra lição: Ele diz que mesmo sem pecados conhecidos publicamente, podemos estar em condição pior do que aqueles que Pilatos mandou matar. E podemos morrer num incidente qualquer sem ter-nos arrependido de nossos pecados. É uma advertência feita por Jesus, sempre atual. Em Sua bondade Ele nos adverte como verdadeiro amigo.

É deste modo que a Liturgia da Palavra deste domingo nos conduz à recuperação espiritual, para uma vida em eu nossos pecados não representam mais uma muralha entre nós e Deus. Vamos nos arrepender, vamos mudar de vida, tal como iniciamos esta meditação:

Se não nos arrependermos, todos pereceremos



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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