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19 de junho de 2019
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Liturgia do dia 23/03/2019


Leituras
Mq 7,14-15.18-20
Sl 102(103),1-2.3-4.9-10.11-12 (R/. 8a)
Lc 15,1-3.11-32

2ª semana da Quaresma

Sábado


Primeira Leitura: Mq 7,14-15.18-20

14Apascenta, com o teu bastão, o teu povo, o rebanho da tua herança que habita isolado na floresta, no meio de um vergel. Que ele paste em Basan e em Galaad, como nos tempos antigos! 15Como nos dias de sua saída do Egito, faze-nos ver maravilhas. 18Quem é Deus como tu suportando a falta, passando sobre os crimes do resto de tua herança? Ele não se obstina na sua cólera, pois ele se compraz no amor. 19Uma vez mais, ele terá piedade de nós, calcará aos pés as nossas faltas. Tu jogarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar! 20Mostrarás lealdade para com Jacó, e fidelidade para com Abraão, como tu juraste a nossos pais, desde os tempos antigos!



Salmo: Sl 102(103),1-2.3-4.9-10.11-12 (R/. 8a)

R.: O Senhor é bondoso e compassivo.

1Bendize o teu Senhor, ó minha alma; louve todo o meu ser seu santo nome! 2 Sim, bendize o Senhor, ó minha alma, não esqueças nenhum de seus favores!

3Pois perdoou as tuas culpas todas, de toda enfermidade te curou. 4 Salvou da sepultura a tua vida, cercou-te de carinho e compaixão.

9Não leva a discussão até o fim, não guarda para sempre o seu rancor. 10Não nos tratou segundo as nossas faltas, nem nos pagou segundo as nossas culpas.

11Mais alto do que o céu por sobre a terra, é o amor do Senhor pelos que o temem. 12Mais longe que o oriente do ocidente, ele afastou de nós nossos pecados. 13Como o pai que tem pena de seus filhos.



Evangelho: Lc 15,1-3.11-32

1No entanto, todos os cobradores de impostos e outros pecadores se aproximavam de Jesus para o ouvir. 2Os fariseus e os escribas murmuravam: “Este homem acolhe bem as pessoas de má vida e come com elas!”.3Jesus lhes respondeu com esta parábola. 11Disse ainda: “Um homem tinha dois filhos. 12O caçula disse a seu pai: ‘Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe’. 13E o pai repartiu seus bens entre os dois. Poucos dias depois, o caçula juntou todos os seus bens, partiu para uma região longínqua e esbanjou tudo por lá, vivendo dissolutamente. 14Depois de gastar tudo, uma fome terrível assolou aquela região e ele começou a passar privações. 15Então ele ficou como empregado de alguém daquela região, o qual o enviou aos seus campos para guardar porcos. 16Bem que ele desejava matar a fome com as vagens que os porcos comiam. Mas nem isso lhe davam! 17Caindo então em si, disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm pão à vontade e eu aqui morrendo de fome! 18Vou partir, voltar para meu pai e dizer-lhe: 19Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados!’. 20Ele partiu de volta para seu pai. Ainda estava longe, quando seu pai o avistou e ficou penalizado. Correu, então, ao seu encontro, abraçou-o cobrindo-o de beijos. 21O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho!’. 22Mas o pai ordenou aos seus empregados: “Trazei-me depressa a melhor roupa e colocai nele. Ponde um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei também o novilho de engorda, matai-o, comamos e façamos uma festa; 24porque meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’. E começaram a festa. 25O filho mais velho estava no campo. Mas quando voltava, aproximando-se da casa, ouviu a música e o barulho das danças. 26Chamando um dos empregados, perguntou-lhe o que significava aquilo. 27Ele respondeu: ‘É teu irmão. Está de volta e teu pai matou o novilho de engorda, porque o recuperou com saúde!’. 28Ele ficou enfurecido e não queria entrar. O pai saiu e insistiu com ele. 29Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos te sirvo, sem desobedecer a nenhuma das tuas ordens, e nunca me deste um cabrito sequer para fazer uma festa com meus amigos. 30Mas só porque está de volta esse teu filho, que esbanjou teus bens com as prostitutas, mandas matar para ele o novilho de engorda!’. 31Mas o pai lhe respondeu: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu também! 32No entanto, era preciso festejar e ficar alegre, porque esse teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’.”



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.



Boa Nova para cada dia

Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho. (Lc 15,21b).

De grande importância é a meditação sobre a parábola do Filho Pródigo neste tempo de Quaresma.

Jesus, desta vez, compôs uma estória tão clara, que dispensa explicações. Outras parábolas eram explicadas por Ele aos discípulos por sua complexidade e lições às vezes difíceis de entender.

Desta vez imaginemos Jesus nos explicando o sentido espiritual que deu aos personagens, fatos e lições espirituais.

O pai do Pródigo representa Deus.

Sua casa representa o ambiente seguro em que vivem os que são de Deus.

Seus bens representam a Graça, o Amor, o Poder, a Sabedoria de Deus etc.

O Filho Pródigo representa o homem tentado à aventura no pecado de abandonar Deus.

A herança que lhe cabe são os bens que o pai acumulou, ou seja, todo o bem que Deus nos dá.

Pedir a parte da herança que cabia ao Pródigo representa o deixar-se levar pela tentação.

Sair para um mundo distante significa afastar-se de Deus preferindo o pecado.

Esbanjar a herança representa a vida de desperdício da Graça que apenas Deus pode dar.

Ficar sem nada para seu sustento é a tomada de consciência de ser incapaz de produzir o que sua herança lhe dava, isto é, o que a Graça lhe garantia.

Procurar emprego corresponde à tentativa de solucionar o problema de consciência por conta própria, uma vez que a Graça lhe falta.

Dar-se conta de ter-se degradado à condição de cuidador de porcos corresponde a ter consciência da decadência espiritual que o pecado provoca. É estar imerso na sujeira que o mundo do pecado significa, a penúria espiritual. É a condição de quem se atormenta pelo sentimento de culpa.

O patrão, dono dos porcos, e a pocilga, representam o demônio e o inferno.

Pensar em voltar para casa do pai corresponde ao primeiro sinal de humildade, a que leva ao arrependimento.

Preparar a confissão do pecado, a ser dita ao pai, equivale ao arrependimento.

Retornar à casa do pai é deixar-se mover pelo amor de Deus, pela Graça que volta.

Confessar ao pai o pecado é dar prova de arrependimento, desejo de livrar-se da culpa, e restabelecer-se no relacionamento normal com Deus.

O perdão do pai é o perdão de Deus.

A alegria do pai é a alegria de Deus e de todos os que já estão com Ele no céu (Lc 15,7).

A festa é a comemoração da superação do pecado pela Graça de Deus.

Imaginemos cada um de nós percorrendo este itinerário espiritual depois que constatamos o pecado em nós.

A Graça de Deus nunca falta aos que o amam.

Precisamente por ter experimentado o amor de Deus em nossa vida é que nos deixamos mover pela Graça à conversão.

Que esta Quaresma termine com este final feliz: arrependidos, convertidos, perdoados pelo sacramento do perdão, voltamos a Deus para a festa que não deve mais terminar até o fim desta vida.



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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