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20 de abril de 2019
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Liturgia do dia 21/03/2019


Leituras
Jr 17,5-10
Sl 1,1-2.3.4.6 (R/. Sl 39(40),5a)
Lc 16,19-31

2ª semana da Quaresma

Quinta-Feira


Primeira Leitura: Jr 17,5-10

5Assim fala Javé: “Maldito o homem que confia no homem e procura apoio aos mortais, cujo coração se afasta de Javé. 6É como junípero na estepe: quando o bem chega, não o vê; vive nas securas do deserto, numa terra salobra e inabitável. 7Bendito quem espera em Javé e em Javé põe sua confiança! 8É como árvore plantada à beira d’água: estende suas raízes à corrente, não teme o calor, suas folhas permanecem verdes; no ano da seca não se inquieta nem cessa de dar frutos. 9 Sinuoso é o coração e enfermo: quem o conhece? 10Eu, Javé, sondo os corações e examino os rins, para dar a cada um conforme seus atos, segundo o fruto de suas obras.



Salmo: Sl 1,1-2.3.4.6 (R/. Sl 39(40),5a)

R.: Feliz quem nele põe sua esperança!

1Feliz quem não se conduz segundo as normas dos ímpios, nem segue a estrada dos maus ou vem sentar-se com eles, 2mas ama a lei do Senhor, e dia e noite a medita!

3Ele será como a árvore plantada à beira do rio, que produz fruto a seu tempo e cujas folhas não secam. Dá certo tudo o que faz.

4Mas outra é a sorte dos ímpios, palha que o vento dispersa. 6Vela o Senhor com carinho sobre o caminho dos bons, enquanto a estrada dos ímpios só conduz à perdição.



Evangelho: Lc 16,19-31

19 “Também havia um homem rico, que se vestia com púrpura e linho finíssimo e se banqueteava cada dia. 20 E um pobre, chamado Lázaro, ficava jogado junto ao seu portão, todo coberto de feridas. 21Ele bem que gostaria de matar a fome com o que caía da mesa do rico! Além disso os próprios cães iam lamber as suas feridas. 22Mas o pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. O rico também morreu, sendo sepultado. 23E das torturas do abismo, percebeu Abraão de longe e Lázaro no seu seio. 24Então ele falou: ‘Pai Abraão, tem pena de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água para refrescar a minha língua, porque sofro horrores nestas chamas’. 25Abraão respondeu: ‘Meu filho, lembra-te que recebeste os teus bens durante a vida e Lázaro recebeu os seus males. Agora ele encontra consolo aqui, enquanto tu padeces. 26E, além disso, entre nós está cavado um grande abismo. Os que quisessem passar daqui para onde estás não poderiam, e daí também não se pode atravessar até aqui’. 27O rico continuou: ‘Pai, eu te peço, então, que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; 28que ele lhes faça uma advertência, para que também eles não venham parar neste lugar de tortura’. 29Mas Abraão lhe respondeu: ‘Eles têm Moisés e os profetas. Que os ouçam então!’. 30Mas o rico ainda lhe disse: ‘Não, pai Abraão. Mas se alguém dentre os mortos for à sua procura, eles certamente se converterão’. 31Mas Abraão concluiu: ‘Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, ainda que alguém ressuscitasse dos mortos, eles, não ficariam convencidos’”.



Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2019 - Ano C - São Lucas, Brasília, Edições CNBB, 2018.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola, 2016.



Boa Nova para cada dia

... Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos...  (Lc 16,31).        

Hoje nos deparamos com uma mensagem evangélica merecedora de grande admiração pela espantosa resistência que podemos fazer a Deus que deseja nossa conversão.

Jesus conta a parábola do rico e do pobre Lázaro.

O rico só teve vantagens e luxo com sua riqueza, sem procurar ajudar o pobre Lázaro. Morto, o rico não mereceu prêmio, mas punição entre chamas do inferno.

E Lázaro, foi para o céu. No inferno o rico vê o perigo que seus parentes correm na terra, e pensando só em si e em sua família, pede a Abraão, que faz o papel de Deus nesta parábola, que mande Lázaro um mensageiro para os prevenir do fim que merecem os que não dão pão a quem tem fome.

A resposta de Abraão é surpreendente: todos têm, como Lázaro, o ensino da Lei e dos Profetas. Mais do que isto Deus não precisava dar a ninguém de Seu Povo. Portanto não seria um homem ressuscitado que moveria os ricos à conversão.

Temos que considerar esta dureza do coração humano vendo como todos os dias pecamos. Este é mais uma motivo para fazermos uma confissão bem preparada com a conversão do coração, sem exigir que Deus nos mande algum morto ressuscitado para nos convencer de que nossa situação é arriscada como a do rico que desprezou Lázaro.



Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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